TERENA
Terena é das vilas mais antigas da Península. Foi fundada em 1262, na baixa onde se elevou no séc. seguinte a igreja da Boa Nova, passando mais tarde para o morro que hoje ocupa, e onde já existia, desde o séc. XIII o imponente castelo fronteiriço. Terena impressiona pela sua antiguidade. A parte alta da vila está preservada. A capela da Boa Nova, foi mandada construir por D.Maria, em sinal de agradecimento pela vitória sobre os mouros na Batalha do Salado.
quarta-feira, agosto 31, 2005
terça-feira, agosto 30, 2005
segunda-feira, agosto 29, 2005
sexta-feira, agosto 26, 2005
Desilusão


Desiludido, é como me sinto neste momento, desiludido ao tirar estas duas fotos, a primeira já esperava este cenário, apenas ainda não tinha visto.
Recentemente coloquei aqui um post a dar a conhecer que os peixes da barragem do Lucefecit estavam a ser retirados devido à pouca água existente, mas sempre pensei estar com mais água.
A verdadeira realidade é esta, é a parte funda ao centro e pouco mais...
quinta-feira, agosto 25, 2005
segunda-feira, agosto 08, 2005
Mais um pouco de História - Santuário Nª Srª da Boa Nova

A capela-mor que na sua totalidade preenche o braço da cruz grega, é rasgada por um elevado arco gótico, pintado a fresco e encimado pelas armas reais de Portugal e uma tabela barroca ovalada com os seguintes dizeres:
ESTA OBRA MANDOU FAZER O CONDE
DE Vª NOVA SENDO JUIZES M.EL MARQUES
DE ...... M.EL DIAS FRADE VERGADORES......
.... MA...... POIZÃO FELIPE D.OS ........ 1706
Esta inscrição deixa ver que o conde padroeiro pretendia associar a Câmara de Terena aos melhoramentos efectuados no santuário, sendo estes de grande composição moral que recobre totalmente o tecto quebrado e os prospectos por vinte quadros rectangulares, dispostos em cinco fileiras de emolduramento lobulado, sanefas florais, as centrais, iluminadas por temas bíblicos extraídos do Apocalipse de S. João, e oito restantes e inferiores , pelos monarcas portugueses da dinastia de Borgonha, desde o conde D. Henrique e D. Afonso Henriques a D. Afonso IV.
O retábulo é um precioso e raro exemplar de entalhamento de alvores do 3º quartel do sec. XVI, constituído por pórtico da ordem dórica, de dois andares, colunata de caneluras, frisos e molduras de figuração relevada, onde se destacam os ornatos comuns da arte clássica, terminando na cimafronte por triplo frontão triangular revestido de anjos e florões.
No alçado posterior à entrada podemos ver os frescos que representam Santo Amaro e Santo Antão.
No tramo da nave: Santa Bárbara, Nª Srª do Rosário, Jesus Salvando a Pedro no Mar de Tiberíades, Santa Luzia, Nª Srª da Conceição e Nª Srª da Cabeça.
No corpo do cruzeiro: Santa Águeda, Rainha Santa Isabel. S. Pedro, S. Jerónimo, Adoração dos Reis Magos, Sagrada Família, Sagrado Coração De Jesus, Sagrado Coração de Maria, S. Joaquim e Nossa Senhora, Santa Ana, S. Mancos, S. José, Santo António e Baptismo de Cristo.
A cerca de 200 metros da ermida, na direcção à ribeira de Lucefecit, existe uma fonte do tipo copular, de tijoleira vermelha, que mantém o nome de Boa Nova. O frontão está composto por uma legenda em português antigo, sobrepujada pela cruz e tendo nos extremos duas flores estilizadas num lintel de mármore.
ESTA OBRA MANDARÃO FAZER OS OFISIAIS
DA CAMARA NO ANNO DE 1699